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IMAGENS DO UNIVERSO: COLETANDO INDÃCIOS DA BIDIMENSIONALIDADE

IMAGENS DO UNIVERSO: COLETANDO INDÍCIOS DA BIDIMENSIONALIDADE

Autor: J.R. Silva Bittencourt

Editora: Habilis Press Editora

Categoria: Filosofia

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  • Sinopse
  • Características

Albert Einsten provocou agitação no meio científico da sua época, quando postulou que a luz se propagaria através do vácuo com velocidade constante e limitada. Isto significa que a informação disponibilizada pelas estrelas e galáxias distantes não poderia chegar até nós instantaneamente; o que nos obriga a vê-las, no presente, com aparência que tinham no passado. Em “Imagens do Universo”, J.R. Bittencourt utiliza um caminho alternativo de interpretação não muito visitado pelos estudiosos, para sugerir que o observador estaria na dependência do fluxo contínuo do tempo e da informação, para poder interagir com o próprio universo de que faz parte. Em face ao imenso atraso envolvido no processo da tradução dos informes, que estaria relacionado com a retenção transitória do tempo que nos separa das galáxias distantes, fomos obrigados a rastrear remotamente as informações que, de alguma forma misteriosa, projetaram-se na abóbada celeste depois do big bang. Segundo a interpretação do autor, isto obrigaria o observador isolado a ter que virtualmente abandonar o universo, num primeiro momento, para somente então saber que ele existe. Quer dizer, ainda que o universo não dependa dos nossos pontos de vista ele teria passado a existir, para todos os efeitos, apenas no momento em que cada observador pode dispor de uma memória tridimensional, que lhe permitiu delimitar esse universo no espaço e no tempo. Vários aspectos da teoria da relatividade são revisitados, nesta obra, sem que a nova forma de se olhar para conceitos tradicionalmente aceitos resulte em quaisquer modificações nas leis gerais que vigoram no espaço-tempo. Por exemplo, José Roberto toma emprestadas duas das afirmações de Einstein - (1) a de que a luz utiliza de seu aspecto corpuscular e não o de onda para se deslocar no vácuo e (2) a de que o movimento absoluto não poderia ser medido diretamente naquele lugar do espaço - para sugerir que, neste caso, a luz não precisaria ter se movimentado de forma absoluta, desde o momento em que teria abandonado uma estrela distante, até finalmente poder alcançar a nossa posição na superfície do planeta. Na verdade, o autor sugere que a luz poderia ter estado sempre por aqui do nosso ponto de vista, pois nada poderia ser descrito diretamente antes de sua “chegada”. Ela apenas estaria se manifestando continuamente para nós, no presente, depois de ter se acomodado a uma alteração da geometria do espaço (curvatura) que já estava lá! A obra convida o leitor a lançar um novo olhar para alguns conceitos tradicionais, revisitando os postulados de Newton e de Einstein como quem passeia pelo parque numa tarde de domingo.

ISBN: 978-85-60967-43-8

Comprimento: 23 cm

Largura: 16 cm

Peso: 0,805 kg

Número de páginas: 544